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sábado, 17 de julho de 2010

Jóias "raras" em Belo Horizonte. Minas Gerais a Mina de Minis!

Boa tarde amigos e queridos leitores!!!
Que neste sábado vocês desfrutem de grandes alegrias e compartilhem isso com as pessoas mais próximas e amadas de vocês!
Depois de uma semana bem apertada estou aqui novamente e com muita saudade de vocês, o Garagem tem se mantido em um regime postagens semanais, o que não é nosso foco. A boa notícia é que breve teremos algumas surpresas no Garagem e esperamos com grande expectativa a reação de nossos amigos e visitantes!
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Hoje gostaria de aproveitar este tempinho para falar sobre miniaturas raras deste ano e sobre minha cidade.
Invertendo a ordem das coisas rsrsrsrs.... Belo Horizonte é a capital de Minas Gerais, terrinha do Pão de Queijo, do café, maravilha deste país. Terra de gente boa, Minas Gerais é berço de grandes artistas e cantores, Jota Quest, Skank, Pato Fu, Tianastácia, Sepultura e muitíssimos outros.
Muitos lideres de nosso país vieram de Minas como Tiradentes, Juselino Kubitschek, Tancredo Neves e grandes acontecimentos marcantes em nosso país ocorreram aqui como a Inconfidência Mineira. Para quem se interessar deixo um link para acesso a todo tipo de informação e curiosidades sobre Minas Gerais, CLIQUE AQUI.

Belo Horizonte, das Minas Gerais a Mina de Minis!

Como falamos, Minas é terra de muitas riquezas e de muitas delícias, agora comprovado que tem se tornado Mina de minis. Levantada a afirmação na Internet sobre as raridades deste ano fomos buscar algumas notícias  sobre o fim da produção do Citroen C4 Rally, que estreou este ano na Main Line HW. 
"From HWC Forums, Posted by HWC JohnF on June 6 2010....

This car was produced and made available in one color in the short card as well as the 4 language long-card that is usually found at Grocery and Drug stores. Unfortunately, it has not yet been produced in the normal domestic long card as an All Star in the 10 series of 10 cars and as a deco+ in Speed Machines. Midway through production, we came under a contract conflict with Citroen that has yet to be resolved. For all you completionist out there, we are doing what we can to get this car out in the domestic blister card even though it is available in the 4 language card. Do note that we will have the 4 language card in the 2010 master set. It is very possible that we will no longer produce this car." Fonte: Site Oficial HWC
A citação acima foi retirada do forum oficial HWC. Resumindo, o que diz no texto é; Este modelo foi produzido em cartelas curtas e em cartelas longas em quatro linguas diferentes. Não chegou durar tempo suficiente para ser produzido em outras séries como stars ....
O contrato com a Citroen foi interrompido no meio da produção do modelo, O possível esta sendo feito para solucionar as questões sem prejudicar os colecionadores de fora, devido a exportação da miniatura, porém é muito mais provavel a não fabricação do modelo.
Em contra partida tive a oportunidade de tirar algumas fotos com meu celular (desculpe a qualidade ruim) enquanto comprava algumas miniaturas na Quinta Feira passada. Em uma das lojas que entrei pude contar uns 6 (seis ) modelos do Citroen C4 Rally no mesmo expositor (1 eu peguei rsrsrsr), em outra contei 3. Isso devido a várias outras vezes que entrei em lojas para ver as miniaturas e vi o "raro" Citroen C4 Rally aos montes em expositores, o mais interessante é que ele esta sempre bem acompanhado do velho, porém novo "raro" Maverik Graber... Que em Minas é comum de se ver sobrando aos montes em expositores das lojas. Lembro que no ano de 2009 uma situação semelhante ao que ocorre hoje em torno do maverik também já havia ocorrido. A lamborghini Reventõn  e a Ferrari california, estas duas miniaturas chegaram a ser vendidas em sites de leilões por valores absurdos e teve gente que comprou, vindo a decepção logo depois, o lote foi solto aos montes e as lojas tem estes modelos sobrando até hoje. É claro que as distribuições dos lotes podem e certamente ocorrem de forma irregular, isso não pode ser desconciderado, o que sobre em uma região pode ser o que falta em outras....
Más a busca pode ser mais surpreendente quando não há preça, quando se coleciona não há desespero de ser o primeiro, já vimos que o motivador do colecionador é sempre a miniatura que ele ainda não tem, más não significa que para consegui-la você deve se espremer para pagar os absurdos que são cobrados por ai. Existem oportunidades, digo por experiencia própria, pessoas que se dispuseram a me ajudar com a minha coleção, oportunidades de comprar miniaturas "raras" por valores justos com pessoas honestas e principalmente, amigos. 
Más vejam que diante de tanta fartuara moro numa "mina de tesouro", pois é um lugar de pessoas maravilhosas, colecionadores solidários e um vasto campo de miniaturas para explorar.

Meu abraço especial à todos vocês, que Jesus estabeleça seu reino em suas casas e faça brilhar um novo sol todos os dias!!

sexta-feira, 26 de março de 2010

"Nem Só de Hot Wheels Viverá o colecionador....


... más de toda marca de miniatura colecionável que possa existir!"

Bom dia Meus estimados amigos e amigas, sejam muito bem vindos ao Garagem de Brinquedos!!!!
Aproveito e agradeço a cada um dos nossos seguidores. O carinho de vocês é muito importante e nos faz motivados a buscar tantas novidades!!!
Muito obrigado a cada um que nos visita e participa, que Jesus Abençoe vocês de forma grandiosa!

Bom, "Nem Só de Hot Wheels Viverá o colecionador, más de toda marca de miniatura colecionável que possa existir!"
Nossa matéria vem bater de frente com algumas situações no mundo dos colecionadores.
Vivemos um momento ímpar no mundo Die Cast, onde muitos estão ingressando no colecionismo de miniaturas de carros devido ao modismo (minha opinião), o que tem levado a uma especulação sobre marcas de miniaturas. A preferencia tem sido pelos Hot Wheels, em parte devido a fama de se encontrar miniaturas raras e com preços atrativos para venda, o que gera uma grande quantidade de "atravessadores". Más o que seria colecionar miniaturas? Qual o objetivo? Por que não Lucrar com isso?
Essas e muitas perguntas surgem no decorrer da vida de um colecionador, e digo que na minha opinião estas respostas podem ser encontradas da melhor forma possível.
Aproveito para usar de um testemunho, o objetivo de uma coleção é pessoal, alguns o fazem por terapia, outros por amor a determinados itens, outros por hobby e alguns por moda. Pra mim o colecionismo veio de várias formas. Primeiro pensei em apenas ser um atravessador, alguém que somente venderia miniaturas para colecionadores, más nos primeiros meses vi que era interessante colecionar e me ajudava a ficar mais tranquilo dentro do período conturbado em que eu estava, comprava só Hot wheels. Más já no 1º ano me apaixonei, abominei a exploração dos altos valores cobrados em miniaturas "raras" e Th$. Me dediquei ao Hobby e decidi incluir minha família na brincadeira, comprava miniaturas para mim e para meu filho, a tentativa de incluir minha esposa foi meio que em vão pois a mesma acha bonito e tal más prefere apenas apreciar. Más qual o foco? Hoje O Senhor tem me abençoado com amigos colecionadores em vários lugares, minhaalização esta em ter relacionamentos e laços com ppppessoas de diversas regiões e costumes más unanimes no ideal de colecionar. minha coleção é abençoada e falo não para gabar, más tenho coleções de Th$ onde mais de 20 foram encontrados nas gondolas, e o um dos mais raros que tenho, um Mustang Gt de 2008 foi encontrado numa loja juntamente com um Rokster$ em uma promoção de leve 3 e pague 2.
Sorte, não! Quando comecei gastei muito dinheiro com carrinhos que as vezes nem eram de meu interesse, tentava vender e não conseguia. Quando decidi honrar a Deus com tudo o que tenho Ele me fez prosperar nisso também. Muitas miniaturas que tenho foram adquiridas com amigos que entendem esses principios.
Outra coisa que me marcou foi exatamente o tema deste tópico, Nem só de hot Wheels viverá o colecionador... Coleciono o Que gosto, Tenho vários temas em minha coleção, o que me possibilitou um acervo muito interessante com miniaturas da (Acima Meu filho ao lado da coleção de um amigo na exposição.) Lesney por exemplo, raras e que me custaram pouco mais de R$5,00. Na minha coleção já entraram marcas como Matchbox, Jada, maisto, Tchuco e muitos outros.
A vida já tem seus limites Pra que limitar ainda mais?
Apreciemos cada lançamento, cada novidade e cada detalhe de cada marca, por favor entendam que esta é apenas a manifestação de uma opinião, não uma cartilha a ser seguida, cada um usa da liberdade que tem para fazer sua coleção como achar melhor, afinal, colecionar é a manifestação do gosto de cada  um.
" Para quem gosta minha coleção esta em parte exposta no orkut, no link ao lado."
Gostaria apenas de citar mais uma vez, faça o que fizer, faça-o para melhor nunca para pior. Cresça e ajude outros a crescer, sua satisfação será maior. As vezes deixamos uma oportunidade para mais tarde alcançarmos uma oportunidade ainda melhor.
Um grande abraço!!! Que Jesus nos dê sabedoria o suficiente para não perdermos as melhores coisas de nossas vidas!!! Nossos pais, esposas e esposos, filhos e filhas, amigos e amigas... Deus os abençoe!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Colecionadores de miniaturas de carros não medem esforços pelo hobby

Bom dia, caros amigos e leitores! Jeremias 17:10

Hoje estive a visitar algumas páginas e encontrei algumas "histórias" incríveis sobre colecionadores e suas vidas. Experiências que considero construtivas e de grande valor para aqueles que vivem a colecionar. Se tivesse que destacar alguma, diria que todas são incríveis, mas o Sr Joe Scangorella de 61 anos de idade. Grande colecionador e pelo relato aparenta ser uma pessoa simples, mesmo sendo um dos maiores colecionadores do mundo e proprietário de mais de 30.000 miniaturas. Será que um T-hunt ou dois é motivo suficiente para orgulho? Coleção tem marca? Homens com grandes números de miniaturas valiosas, outras até mesmo em cofres, se misturam com simplicidade entre crianças e adultos afim de encontrarem a miniatura ideal para sua coleção, talvez aquela que não tenha valor algum, a não ser o valor de pertencer a sua coleção. Como presente por tal simplicidade, o poderoso Deus permite a eles a guarda de uma ou mais "raridades" valiosas. (Lucas 16:10)

Um grande abraço e boa leitura.
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Wanderson Gomes               Sachiel

Alguns modelos da década de 80, em especial os esportivos, marcaram época e criaram uma legião de fãs no Brasil. Naquele tempo, o sonho do paulista Alex Galhardo, da Empresa Alexminis, e fã incondicional de modelos como o Gol GT e o Escort XR3, era ter um desses carros. Então, as miniaturas foram uma solução para aquele sonho de gente grande. O tempo passou, os carros evoluíram e o sonho continuou. Apaixonado pela indústria automobilística brasileira, acelerou fundo para concretizar aquele sonho. "Hoje estou com trinta anos, sou casado e tenho um filho de cinco, o Leonardo. Foi ele quem me incentivou a realizar esse antigo projeto", diz.

Depois de três anos de trabalho duro, e três carros vendidos para comprar os maquinários, sua fábrica de miniaturas acaba de lançar no mercado as primeiras réplicas da saudosa Brasília. Seguindo o estilo "monte o seu" dos sites das grandes marcas, os interessados nas mini brazucas podem escolher entre 15 cores originais, oito modelos de rodas e três diferentes tipos de interior.
O visionário "mini empreendedor" compara sua exclusividade à de grandes empresas automobilísticas e declara que está trabalhando para ser reconhecido por sua dedicação. "A minha meta é chegar a um nível de excelência em que as miniaturas beirem a perfeição, com partes móveis, portas, capôs e faróis de acrílico. Quero ser lembrado pelos colecionadores como quem produziu suas miniaturas preferidas", completa. As pequenas relíquias são ordenadas por tamanho, e apesar das muitas variações, as mais comuns são as da escala 1/64. Os carrinhos são feitos, em sua grande maioria, de dois materiais; diecast (tipo de liga metálica) ou plastimodelismo (plástico injetado).

Nesse mundo de faz de conta, onde a arte imita a vida, a paixão por carros em miniatura atinge adultos e crianças, e pode transformar-se em uma verdadeira obsessão. Um bom exemplo é o de Joe Scangorella, filho de um mecânico, cresceu rodeado por carros na cidade de East Ruther, em Nova Jersey nos Estados Unidos. "Tenho 61 anos de idade. Sou um dos 12 maiores colecionadores de carros em miniatura do mundo e se você quiser me encontrar deve me procurar no porão da minha casa, em meio às minhas coleções, ou em alguma loja de brinquedos pela cidade", diz.

O ex-combatente do Vietnã afirma ser um verdadeiro "diecast/diehard". Em uma analogia entre o ator Bruce Willis, em "Duro de Matar", e ele, como colecionador. Funcionário de uma loja de auto peças, é também presidente do clube de colecionadores na cidade onde vive e possui mais de 30.000 miniaturas. Uma delas, de ouro 24 quilates, estaria guardada em um cofre de banco junto a outras avaliadas entre 25 e 30.000 dólares. Sem revelar o valor de sua coleção principal, confessa que dificilmente irá completá-la. Faltariam a Joe quatro modelos entre os mais bem avaliados e desejados do mercado. Entre eles, a original, e lendária "Pink Beach Bomb Volkswagen", uma perua Kombi cor de rosa avaliada em 100.000 dólares.
 
Na década de 60 os carrinhos eram de plástico, metal, madeira e outros materiais. Na época, os que mais chamavam a atenção do paranaense Marco Antônio Geus, engenheiro mecânico de 48 anos, eram os Matchbox. "Aqueles carrinhos eram mais caros que os das outras marcas. Nessas condições, eu só ganhava dois carrinhos por ano. Um no aniversário e outro no Natal". Hoje, dono de uma coleção com quase 5.000 carrinhos, lembra com ironia de dois fatos engraçados. De quando era criança e viu sua miniatura preferida virar uma pasta disforme, ao deixá-la por acidente em cima do fogão. E mais recentemente, em uma loja especializada, quando convenceu uma criança a trocar uma miniatura que ele queria muito, por outras duas. "Existem colecionadores para outras escalas, mas a grande maioria é de 1/64, principalmente pela facilidade de acondicionamento. Onde se expõe um carrinho na escala 1/18, cabem doze na escala 1/64", diz Geus.
Há muitos clubes e fóruns sobre colecionismo no Brasil. Os encontros são comuns para rever os amigos, trocar ideias sobre as novidades e divulgar a paixão pelo hobby. Durante uma semana, conferi de perto dois desses eventos. O 25° encontro do Clube Paulista de Colecionadores de Veículos em Miniatura, organizado por Alexandre Bruno, o Fire_fox, consultor de produtos financeiros de 37 anos e Presidente do Clube. "É um evento mensal, promovido pela CPCVM, que conta ainda com pista de RC (rádio controle) e rampa de downhill com relógio de cronômetro, onde as crianças que ganham as corridas são premiadas com um carrinho em miniatura".Dono de um acervo com 6.200 exemplares, Fire_fox conta que muitos expositores não vendem sequer um carrinho, que famílias inteiras colecionam modelos específicos e afirma existirem fãs 50/50, que compram e vendem para sustentar suas próprias coleções.
Geus à direita

Na semana seguinte foi a vez do 3° Encontro do Clube Hot Wheels Brasil em um kart indoor da capital paulista. O organizador do evento, Marcelo Santos, o DT, diretor de arte em uma agência de publicidade, além de colecionador faz também projetos de customização. Sua esposa Mônica, disse-me ser bacana ver aonde chegaram. "Isso tudo aqui começou com reuniões nas garagens dos colecionadores há muitos anos", declara. Nos encontros, também eram exibidos os Dioramas, ou Cases, carrinhos temáticos de filmes famosos envoltos em caixas de acrílico.


Nos eventos, cada colecionador tem ao menos um fato interessante para contar e a maioria é conhecida por seus apelidos. Yuri, alias mega thrust, de apenas 14 anos, coleciona com o pai, Iranur, e a mãe, Márcia. Entre os seus 800 carrinhos estão uma coleção completa dos Postos Shell e mais 30 modelos da série especial Deora, da Hot Wheels. "O máximo que já paguei por uma miniatura foi U$150", afirma. Guardada como tesouro junto às miniaturas está uma foto que tirou com Chip Foose, famoso designer de automóveis do programa de televisão "Overhaulin'".

O interesse das mulheres pela modalidade ainda é pequeno, mas vem crescendo. As que fazem parte desse universo, lutam por um hobby mais democrático e familiar. A administradora de empresas Kelly Godoy, de 37 anos, do interior de São Paulo, começou a colecionar em 2006 comprando miniaturas para o filho. Dona de uma coleção com mais de 3.000 exemplares, especializou-se em hots e muscles cars. Ela conta ser engraçado preferir miniaturas a sapatos, e que constantemente se vê disputando carrinhos com as crianças nas lojas da cidade. "O mundo dos carros me fascina, em especial os carros antigos. Ainda terei um Karmann Ghia".

Kelly Godoy
Da mesma forma que na vida real, os mini automóveis podem ser ainda reformados e customizados. Apesar de parecer brincadeira, o trabalho exige experiência e muito talento. O curitibano Sandro Stremel, da Empresa Xtremel Design, com mais de 20 anos no ramo de funilaria e pintura, iniciou customizando miniaturas para si mesmo. Há três anos deixou a funilaria convencional, para se dedicar 100% às miniaturas. Hoje vive dessa profissão e atende colecionadores de vários estados do Brasil, Alemanha, Estados Unidos, Itália e Nova Zelândia. "Não gostava das pinturas das miniaturas, nem das características dos carros originais que elas traziam. Apliquei as técnicas de pintura automotiva e o resultado foi satisfatório", declara.
Sandro já customizou aproximadamente 2800 carrinhos, e afirma que a riqueza nos detalhes é fundamental. Segundo ele, o carrinho mais importante que já fez, foi a réplica de um General Lee, na escala 1/64, a qual lhe rendeu fama em sua cidade. Seu maior desafio foi o de replicar, em miniatura 1/18, um Dodge Challenger R/T 1970 de um grande colecionador. "Utilizei a mesma tinta da restauração original e pintei as faixas que decoram as laterais, ao invés de usar adesivos".
O mecânico de motos Eduardo Gastaldini, ou apenas Muttley, paulista de 45 anos, está nesse ramo há um ano e já efetuou mais de 1.000 trabalhos. Replicou desde um Mustang 1970, até carros do designer Chip Foose. "Eu tiro a tinta original, aplico fundo primer, pinto os carrinhos e confecciono os adesivos", conta Muttley. Ele mostra, sorridente, como transforma pazinhas plásticas de mexer café em sirenes dos carros de polícia.
Pen "mini"Eduardo Gastaldini

Em uma produção mais tecnológica, com faróis feitos de leds que acendem de verdade, algumas miniaturas viram pen drives nas mãos do mecânico projetista Luiz Kazuo, casado e também com 45 anos. "Os leds brancos de alto brilho parecem faróis de xenônio", afirma. Fica claro que os protagonistas desse mundo em miniatura encaram com seriedade e comprometimento suas coleções. Parece que quando se trata de carrinhos, o amor pelo hobby é inversamente proporcional ao tamanho do objeto colecionado.
 
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Revista/Autoesporte/0,,ERT65562-10142,00.html
07/05/2009-Créditos: Auto Esporte/ Fotos:Auto Esporte

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