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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Wingrove collections sim é possivél! Parte 2


Boa Tarde!
Dando continuidade à nossa matéria vamos ver um pouco mais sobre este espetacular artista, sonhador e colecionador Gerald Wingrove que ao lado de sua incrivel esposa, Phyllis, nos dão o privilégio de ver as réplicas mais lindas e incríveis.

Um sonho de Gerald era completar o serviço de um Duesenberg com todos os detalhes até o motor completo. 
Infelizmente, nenhuma dessas missões exigiu a elaboração de um modelo de um Duesenberg ou um modelo com detalhes do motor completo, o que ele aspirava. A escala que lhe foi dada foi um pouco menor (1/20th) que ele tinha pessoalmente decidido (15/01), no entanto, ele estava contente com isso para o momento. Em qualquer momento, ele poderia fazer contato com os proprietários dos veículos sujeitos às coleções e coletar dados, elaborar planos e fazer os modelos em metal com as normas do museu, uma tarefa que até aquele momento não tinha sido realmente aplicada para um modelo completo, como as primeiras partes do Duesenberg que até então nunca se completaram. 
Logo no início, ele logo descobriu que o número de ferramentas e padrões especiais que precisavam ser feitas para produzir um único modelo seria o mesmo se estivesse a produzir um ou vários modelos, e que  estava tomando quase tanto tempo fazendo essas ferramentas e padrões quanto para produzir um modelo individual deles. Ele também estava para receber os pedidos dos proprietários dos carros em tamanho maior(1:1), que seriam usados para modelo das peças do museu. O fato é que não poderia fazer as réplicas para os donos dos carros verdadeiros ao mesmo tempo. Lord Montague não tinha nenhuma objeção a isso quando ele salientou que o custo do modelo para o  museu seria menor já que as ferramentas seriam compartilhadas. A objeção foi de que não poderiam ser feitos grandes números dos modelos para os colecionadores.
Como os modelos começaram a ganhar destaque, assim que artigos também começaram a ser escritos sobre este trabalho na imprensa de automobilismo, como as revistas de modelismo. Estes e outros trabalhos gerados sendo reconhecidos, não demorou muito para que o nome Wingrove atingisse os E.U.A. e recebesse as suas primeiras missões americanas.
Foi em 1973 que ele fez sua primeira visita aos Estados Unidos para entregar os primeiros modelos de um colecionador americano. Naquela época, ele era capaz de visitar vários museus e coleções na E.U.A. e foi capaz de ver em primeira mão os carros Duesenberg que tinham um apelo especial para ele, eram seu sonho. 
Phyllis e Gerald se casaram em novembro daquele ano (73), e começaram uma parceria de ambos como marido e mulher, e também como miniaturistas. Embora Phyllis não tivesse qualquer formação na área do desenho, ela decidiu tentar usar suas mãos em criar planos para os carros em miniatura de Gerald. Os planos foram baseados em dimensões, anotações e fotografias tiradas por Gerald dos automóveis existentes em escala completa (1:1). Ela logo descobriu que ela tinha uma enorme quantidade de talentos na área de desenho e pintura, e começou a transformar os desenhos que eram dignos do marido de seu trabalho em materiais estruturais. Ela, então, preparou-se para aprender todos os processos que levaram à construção das miniaturas de carros. Ela dominava soft solda (soldagem leve com maçarico), torno de prata, o trabalho de soldagem, usinagem, e depois ela começou a construir os motores e chassis. Phyllis e Gerald começaram uma nova vida, trabalhando lado a lado em sua oficina de construção de carros em miniatura, e também ajudando uns aos outros em pesquisas necessárias para criar mais livros sobre o assunto. CONTINUA...

Queridos leitores e amigos, espero que estejam gostando, pois isso é uma joia do colecionismo de miniatura automobilísticas. Estou muito satisfeito com este assunto e com a matéria em si, ver a história de Gerald e sua esposa Phyllis é prova de que um hobby pode ser uma fonte de renda, mas também o laço forte de uma família.
Estarei trazendo muito mais desta trajetória vitoriosa na próxima edição do Garagem de Brinquedos.
nos acompanhe no Twitter.
Que Jesus esteja abençoando a todos!!!




As devidas citações e créditos referentes aos textos e fotos onde forma baseados este post serão divulgados ao final da série de postagens.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Wingrove collections é possivél? Parte 1

Boa noite Amigos E amigas do Garagem de Brinquedos!!!
Que semana essa hem?
Como sempre muitas coisas para fazer em tão pouco tempo, más é muito bom ter este momento para trazer informações sobre o univérso de colecionadores.
Aproveitando a deixa, gostaria de registrar as boas vindas a cada um de nossos novos seguidores e também agradecer a cada um que nos vista. Tenho recebido diversos emails e isso é muito importante para mim. Agradeço ainda a cada um dos amigos que colabora para que nossa Garagem fique ainda melhor.
Este post foi baseado em um email de um grande amigo, o Sr Philemon.
Admirador de carros e miniaturas, tem sua coleção formada por carros de época, carros das décadas de 30, 40, 50, 60, 70. Sua mascote na coleção é um lindo Ford 1950 Escala 118 - Special Edition – Maisto.
Deixo este gostinho de quero mais para falarmos mais sobre ele em uma outra ocasião. Uma amizade nascida aqui no Garagem.
Muito obrigado Philemon, querido amigo, que Jesus o abençoe ainda mais a cada dia!

Quem e o que é Wingrove?
O trabalho de Phyllis e Gerald A. Wingrove MBE (engenheiro modelo)

Os modelos mostrados aqui foram todos construídas ao longo de um período de 40 anos, com início em 1968. Todos são construídos em metal a partir de planos originais elaborados a partir de dados coletados dos carros reais e / ou materiais de arquivos, mostrando como o carro originalmente era construído, isso sempre que possível. O número de carros construídos depende do tema, como a Ferrari 1964 250 tem um número de escala 1/20th até 18 modelos construídos de 1924 a Hispano Suiza em escala 1/15th. Todos os modelos são assinado a mão na parte inferior. As técnicas utilizadas para construí-los são estabelecidos em seus dois livros completos Car Modeller 1 & 2. O primeiro número indica a ordem em que as miniaturas foram construídas, com o n. º 1 construído em 1968.
Construindo a Coleção Wingrove

Gerald Wingrove, dedicou dezessete anos de sua vida à empresa de engenharia de luz, como torneiro mecânico. Não vendo futuro em sua vocação, ele decidiu transformar seu hobby como engenheiro de modelo para o seu emprego em tempo integrau e passou a trabalhar como designer freelancer e patternmaker para cinema, TV, jóalherias e empresas brinquedos. Ele fez trabalhos para empresas como Meccano (Dinky Toys), Mettoy Playcraft (Corgi Toys) e outros. Em 1967 ele recebeu uma missão do Senhor de Montagu Bealieu para construir uma série de belos modelos em escala detalhada para o National Motor Museum em Beaulieu, no sul da Inglaterra. Seguiram-se outros trabalhos semelhantes quando colecionadores tornaram-se conscientes da qualidade do seu trabalho, e ele logo se viu sendo convidado a visitar algumas das melhores colecções de carros privadas na Europa e nos E.U.A. para documentar e reproduzir em miniatura alguns desses trabalhos elegantes de "rolling esculpture ".
Como ele coletou fotos e dados sobre os carros que estava a construir, ele também se interessou por outros aspectos da construção de transporte que remotam muito antes do automóvel. Ele também chegou para documentar o fascinante mundo das carruagens elegantes que são tudo, mas hoje esquecidas. O "Wingrove Collection" já representa um registro único e abrangente de quase quatrocentos anos de arte e artesanato de carros". Com uma base de mais de 10.000 fotografias detalhadas que cobrem mais de 200 veículos produzidos, foi neste momento que se acreditava ter o mais abrangente e maior arquivo de dados de carros e transportes disponiveis na Internet. Ele agora faz planos de escala disponíveis para os modelos que ele criou para que outros possam ter informações destes carros em detalhes precisos. Suas fotos e carteiras de plano também têm sido utilizados pelos restauradores dos carros em tamanho real.
 
Começando em Modelismo

Gerald Wingrove começou na construção dos modelos em 1954 com dois Maseratis em escala 1 / 43. O primeiro foi um kit de um carro de GP do pré-guerra, enquanto o segundo foi scratch built-exemplo do pós-guerra. Ambos os modelos com corpos esculpidos em madeira. Ele freqüentava a biblioteca local e lojas de vários livros. Ele estava particularmente inspirada por uma ilustração de um Torpedo Victoria Convertible Duesenberg SJ de 1934, em marrom profundo por Rollston, J517. Apesar de nunca ter ouvido falar, isso para ele era um verdadeiro carro elegante, sofisticado, potente, bonito para os olhos.

Durante os próximos dois anos, se juntou ao "Auburn Cord Duesenberg" Club no E.U.A. Ele coletou dados suficientes para elaborar um trabalho conjunto de desenhos de chassis, e elaborou um conjunto de fios de rodas raiadas (o primeiro) e as peças principais para o primeiro motor, tudo isso enquanto ainda estivava trabalhando em tempo integral na engenharia como um torneiro mecânico no centro.
Por um capricho, em 1968, ele decidiu escrever para Lord Montagu na então Montague Motor Museum para ver se havia algum futuro em fazer modelos para o museu. Para sua surpresa, uma resposta positiva voltou e ele foi convidado para uma entrevista. Tudo que ele tinha para mostrar era um conjunto de rodas e pneus Duesenberg, e parte de um motor do Duesenberg, com a força disto, ele foi convidado a assumir em dois projetos para o museu .Um deles foi para produzir uma série de modelos para mostrar a evolução do desporto automóvel, e a segunda foi a construção de um modelo do campeonato mundial de Formula 1 Grand Prix de cada ano. Essa missão, juntamente com algum trabalho de desenvolvimento do brinquedo que ele já estava atuando em seu tempo livre para Mechano Dinky Toys, foi um impulso suficiente para ele deixar a empresa de engenharia onde passou os últimos 17 anos, e fixar-se como engenheiro de modelo de freelance.
Continuaremos a falar do Sr Wingrove no próxmo post do Garagem de Brinquedos, ande mais informações de sua vida e seua marca na humanidade e no universo de colecionadores é importantíssima!
Que o Senhor Jesus te abençõe e te realize!!!

Fique atento à parte 2 desta história.


As devidas fontes pesquisadas e citações serão mensionadas no ultimo post desta série.

domingo, 10 de janeiro de 2010

As miniaturas e suas variações acidentais! Parte 2


Bom dia!!!

Que domingo maravilhoso!!! Muito sol... poxa faltou uma praia aqui em minas. Heheheheh!!!!

Meus amados e amadas, Segundo a linha da postagem das variações acidentais de miniaturas daremos continuidade ao que se encontra por ai nas gôndolas. Lembram-se do meu amigo e seu álbum de bizarrices?
Pois é, ele gostou da idéia de compartilhar as fotos de suas exclusividades aqui no Garagem de brinquedos.

O que seriam as “variações acidentais”?
São miniaturas que por um motivo não tão conveniente saíram da fábrica sem acabamento, faltando decalques, faltando peças e às vezes só as peças soltas, no blister lacradinho de fábrica.

No post anterior mostramos uma Dairy Delivery que faltava os decalques de uma de suas laterais e citamos a participação de um  amigo, pois bem , apresento a vocês o Elcio, que contribuiu muito para a realização desta matéria.O Elcio Marques 39 anos é um colecionador de miniaturas die cast morador de São Paulo, detentor de muitas moiniaturas e algumas exclusividades antigas da Matchbox de até 30 anos atrás. Uma de suas antiguidades que mais chamou minha atenção dentre todas, foi o micro ônibus Mercedes.
Bom O Elcio como falamos tem um tema dentre sua coleção que são exatamente estas bizzaras variações acidentais, como o Datsun sem os decalques nas fotos acima, além deste ainda tem o 70 Chevelle SS que quase se tornou um Funny car.... rsrsrs.

Se torna curioso entender o que pode ocorrer numa fábrica die cast, mas veja também os marcadores abaixo desta postagem e saiba como são fabricados os carrinhos ou clique aqui para abrir a atéria sobre fabricação. Sabemos que existe ainda uma pequena intervenção humana nos acabamentos dos carrinhos e isso é o que torna estas miniaturas interessantes, elas são o testemunho disso. Um exemplo; qual o problema com o Nigth Burner desta  foto? Nada quebrado não é! Nada desmontado, todos os decalques... etc, o fato é que ele " clçou um´pe´de sapato diferente do outro" entendeu? rsrsrsr
Estas e muitas situações causaram a criação de uma denominação nova de tema para a coleção do nosso amigo Elcio Marques, o Tema " acredite se quiser" de variações acidentais. Ae vai outra bem mais facil para vocês; O nigth Burner desta outra foto, qual o problema com ele? O que há de incrivel nesta miniatura e a torna uma bizarra miniatura? Xi ta dificil? Então vamos lá... Seria a falta de decalques?  ou a falta das rodas? Não achou que poderia ser a falta do Chassis ou daquela hélice que faz desta miniatura um apito? Não, vamos tentar com esta outra foto ....

E então? Achou o que ela tem de estranho? ou não tem ?
Bom além deste Nigth Burner ser apenas a carcaça, o que há de mais incrivel do que a situação de estar lacrado no blister apenas um "pedaço do carrinho é que nosso "mega amigo Elcio conseeguiu a proeza de colocar esta exclusiva mini nas mãos do Sr. Larry Wood e ainda convence-lo a autografa-la!!!
Mole? não ! uma mini da convenção beleza veremos as imagens disso e qualquer lugar, mas uma falha assumida e assinada... gente fico feliz é a primeira vez que ejo e agora podemos compratilhar com vocês aqui.
Deixo um convite e até mesmo um desafio.
Se algum de vocês tem algum "monstrinho" assim em casa e deseja mostra-lo para os nossos leitores de todo o mundo, envie suas fotos pra Garagem de Brinquedos e teremos o prazer em expo-las.
O email para esta finalidade é: sacerdote.paladino@gmail.com. Por gentileza, os critérios são, fotos de bizarras miniaturas, mas não vale bater nas coitadas com martelos ou paus , seja lá o que for. de preferencia que estejam no blister ainda, pois como disse são provas do que sai das fábricas Ok...
Ao Elcio O meu agradecimento juntamente com a gratidão do Garagem de Brinquedos, esperamos seus comentários e fique avontade aqui no Garagem pois agora mais ainda vc faz parte de nossa história!!!
Um abração a todos.
 

sábado, 5 de dezembro de 2009

Como é fabricado Um Die Cast?

Bom dia amigos e colecionadores que abençoam este blog a cada dia !
Perguntas fazem parte do nosso dia a dia e assim como, creio que cada um já se perguntou : “ Como estes carrinhos são feitos?”
Pois bem. Procuramos a resposta e encontramos em uma revista virtual, ótima revista que trata do assunto die cast e certamente deve estar presente entre os colecionadores. O tema será bem resumido aqui e deixaremos o endereço virtual para que você meu amigo e amiga litores, veja a matéria na integra na “ Die Cast Virtual Magazine” http://www.dccvm.com/.

1º Nenhuma miniatura é feita do mero acaso, escolhe-se um modelo, em geral este modelo é escolhido lendo -se em conta alguns critérios, já estabelecidos após uma pesquisa de mercado. Estes critérios podem ser a aceitação do modelo, popularidade do mesmo, opinião do público sobre a maraca etc, isso para reduzir o risco de um investimento sem retorno. Existem casos de modelos encomendados pelas montadores ou por marcas especificas, assim o risco é menor e estes modelos são vendidos somente nos postos das marcas clientes, geralmente um contrato protege estes modelos exclusivos por algum tempo de forma que só se tornem livres para o mercado após um determinado período.
2º Após a escolha do modelo vem a negociação para a liberação da licença do carro e também o acessórios( cintos, bancos, pneus e etc), pensava que era só o fabricante do carro que dava permissão né!!! Bem isso gera custos que variam de 5% a 15% do custo da miniatura.
3º Nesta etapa, já com o modelo a ser feito, o licenciamento, começa a caça ao carro 1:1 em perfeitas condições e original. Isso quando falamos de carros antigos pode ser uma caça ao tesouro se for um carro muito raro. São recursos utilizados para uma boa coleta de dados do modelo:

- Uso das plantas originais do carro.
- Observação de um modelo ainda não restaurado.
- Fotografias da época do modelo.

4º Com esta etapa superada começa uma tremenda bateria de fotos do carro em diversos ângulos, em média 300 a 400 fotos por modelo, de forma a captar cada detalhe do mesmo. Cada detalhe interno ou externo, ( botões de painel, maçanetas, bancos etc) até mesmo por que o carro poderá ser produzido em várias escalas, desde a menor até a maior e quanto maior o nível de detalhes melhor. Desenhos são feitos para destacar os componentes e também suas dimensões, o que é muito importante. As medidas são feitas minunciosamente e exigem o máximo de precisão.

5º De posse destes dados o próximo passo é escolher as cores que serão usados para a pintura, pesquisa-se as tabelas da fábrica e se for o caso é produzida uma cor especificamente para o modelo. Feita a revisão de todo o material e a organização do mesmo são passados as informações com os detalhes para a fabricante ( partes móveis, materiais). Hoje podemos acompanhar algumas prévias de modelos “digitalizados” com uso de ferramentas CAD (Computador Auxiliando o Desenho).
6º Começa a confecção de um modelo da carroceria do modelo de forma manual, nela se verá os detalhes exteriores do modelo, nele se observam também possíveis falhas. O custo de um modelo de carroceria é em torno de US$ 10,000.00.
7º A partir de uma duplicata do modelo de carroceria é criado então o protótipo. Este será o molde contendo todas as características e correções necessárias para a criação do modelo, este é confeccionado em uma espécie de resina, é feita uma nova avaliação antes pois qualquer falha pode ocasionar em atrasos e aumento de custos. Um protótipo, finalizado e feito manualmente pode chegar a um custo de até US$50,000.00.

8º A escolha das cores e texturas: É feita com muito cuidado, pois o protótipo receberá as cores e texturas escolhidas e se isso causar um erro será necessário retificar o protótipo ou até mesmo fazer um novo. (mais prejuizo). Concluída esta etapa com sucesso o protótipo é totalmente desmontado e suas partes são levadas ao pantógrafo (O pantógrafo é um aparelho utilizado para fazer transferência de figuras e que pode ser regulado de modo a executar também ampliações e reduções nas proporções desejadas.) onde terão a escala reduzida e iniciada a produção dos moldes em aço.
9º Os moldes em aço permitem assim a reprodução de várias miniaturas e cada molde é feito exclusivamente para uma determinada parte do modelo e material a ser usado. ( Liga metálica, borracha, plastico, PVC etc). A fabricação de moldes torna-se a parte mais onerosa do projeto podendo alcançar facilmente os US$ 225,000.00.
10º A primeira tiragem é utilizada para avaliação, procura-se falhas e necessidades de correções. O observado é que quanto mais aprimorado e refinado o processo de pesquisa e documentação menor o risco de uma falha ou imperfeição no modelo. Se alguma falha que não possa ser corrigida for encontrada o molde terá que ser refeito. Se tudo estiver correto o aço é endurecido e preparado para a produção industrial. Existem moldes de borracha e outros materiais, usados em geral para figuras e modelos menores ou de outros materiais.

11º Da fabricação de miniaturas. A forma, após fechada, é girada em uma centrífuga enquanto a liga metálica é despejada quente em um orifício no centro do molde. Desta forma pode-se garantir que a liga cobrirá todos os espaços da forma.
12º Após a cura a forma é aberta e retira-se as partes da miniatura. Estas são pintadas primeiramente de branco para que seja verificada a presença de imperfeições, neste momento os equipamentos para a pintura são ajustados e as máscaras pera os detalhes da pintura são criadas. Os gabaritos para a montagem do modelo são feitos nesta fase. Saiba que quanto mais perfeito o modelo maior a manipulação manual do mesmo, inclusive para a pintura e acabamentos finais. Até aqui foi a 1ª tiragem para a avaliação. Se tudo for aprovado inicia-se a produção industrial.

13º Na produção industrial em grande escala de quantidade usa-se o Zamac (O Zamac é uma liga metálica, sendo seu componente principal o zinco). O Zamac é injetado no molde por máquinas de câmara quente usando de temperaturas em torno de 470º F e altíssima pressão (1.500 psi à 4.500 psi ). Pra que isso tudo? A reposta é: Sendo uma industria, ao usar uma pressão destas o molde é preenchido em um tempo entre 5 a 30 milissegundos. Simultaneamente os demais itens são confeccionados e terminados para a montagem, ( bancos , grades, para brisas etc). Finalmente são montados e conferidos, etão embalados e distribuídos para várias partes do mundo. Certamente o que foi descrito aqui não é a regra pois são vários os fabricantes e os tipos de fabricantes. Alguns fabricantes ainda limitados em sua produção usam outras técnicas para a confecção dos modelos.

Fontes:
1. Lhe Art of Making a GMP Diecast Model, por George S Bojaciuk – Georgia Marketing Promotions;
2. CMC Exklusive Modelle;
3. IXO Models;
4. Majorette;
5. Marklin;
6. Metalúrgica Fundimack S.A.;
7. Scale 18 (página da internet).
•  Introdução ao processo die-cast, pela NADCA - North American Die Casting Association: http://www.diecasting.org/faq/introduction/whatis.htm
• Como funciona o sistema de carimbo (pad printing). Artigos diversos da companhia Pad Printing Machinery of VT, Inc (Comec): http://www.padprint1.com/articles.htm
Entendendo a produção de plásticos por injeção, pela Society of Plastic Engineers – Injection Moulding Division: http://www.4spe.org/sectionsdivisions/divisions/d23lessons.htm
• Entendendo a tecnologia EDM, EDM Technology Transfer (EDMTT): http://www.edmtt.com/about/index.html
• Produzindo um carro die-cast, Die Cast Virtual Magazine  http://www.die-castcultvirtualmagazine.com/

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